quarta-feira, 16 de novembro de 2011

CURIOSIDADES DO BOLICHE

Arquivo pessoalAtleta do Pan quase entrega vaga
Marizete Scheer vai ao Pan de Guadalajara, mas está desempregada desde fevereiro.

“Eu cheguei a falar com a Stephanie [também atleta da seleção] e a nossa coordenadora, mas elas me convenceram a seguir jogando”, disse Marizete.

Hoje, ela já recebe o Bolsa-Atleta do Governo Federal e treina no boliche de Márcio Vieira, seu companheiro de seleção, no Rio de Janeiro.
Não foi ao Pan, mas vai aos EUA
Roberta Rodrigues era considerada a favorita para uma das duas vagas brasileiras no Pan. Não conseguiu a paassagem, mas agora vai se dedicar ainda mais ao boliche.

“Fiquei bem triste, mas foi ali que eu decidi que eu ia. Já tinha propostas e resolvi aceitar, assim consigo estudar também”, disse Roberta, que vai fazer universidade em Maryland, onde treinará boliche com os melhores técnicos.
Quase 60 anos, muitos deles no boliche. Cristina Muelas, advogada, já foi ao Pan de 1995, segue em atividade e hoje é campeã sênior das Américas. A "Tininha" também briga forte no Brasileiro Adulto.O jornalista Marcio Menezes, editor de esportes do A Tarde, na Bahia, deixou a redação para competir em São Paulo. Em alguma emergência, no entanto, tem de correr para o avião e voltar ao jornal.
Esporte é tão caro que nem fazem a conta
Cada atleta tem de ter a sua bola, com peso e diâmetro dos furos para os dedos adequados. Uma nova custa cerca de R$ 500, valor que tira o sono dos jogadores, que precisam de pelo menos oito para competirem.

“Eu sou da seleção desde 1989. O que eu gastei nesse tempo é um absurdo. Se eu fizer a conta eu vou parar de competir”, disse Márcio Vieira, que não é o único que reclama da conta.

“Uma vez eu coloquei no papel e percebi que eu gastava praticamente um carro 0 km por ano entre competir e treinar”, disse Cristina Muelas.
Federação tem presidente-dentista
Como toda entidade esportiva sem muito recurso no Brasil, a CBBol atua com certa dose de improviso. Geraldo de Oliveira Couto é o presidente, mas se divide com a profissão de dentista.

“Não, hoje estou organizando”, respondia o cartola, com a roupa branca de “doutor”, aos que perguntavam se ele jogaria o Brasileiro.

Sua assistência jurídica é responsabilidade da mãe de um dos jogadores, que trabalha voluntariamente, assim como o responsável pelo marketing.









fonte: http://pan.uol.com.br/2011/ultimas-noticias/2011/09/15/para-ser-campeao-brasileiro-de-boliche-atletas-arremessam-quase-4-toneladas.htm

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